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Funcionamento
básico do elevador.
A cabina é montada sobre uma plataforma, em uma
armação de aço constituída por duas longarinas fixadas em
cabeçotes (superior e inferior). O conjunto da cabina, armação e
plataforma chama-se carro.
O contrapeso consiste em uma armação metálica
formada por duas longarinas e dois cabeçotes, onde são fixados
pesos, de tal forma que todo o conjunto tenha peso total igual
ao do carro acrescido de 40 a 50% da capacidade licenciada.
Tanto a cabina como o contrapeso deslizam pelas
guias (trilhos de aço do tipo T), através de corrediças. As
guias são fixadas em suportes de aço, os quais são chumbados em
vigas, de concreto ou de aço, na caixa de corrida.
O carro e o contrapeso são suspensos por cabos de
aço que passam por uma polia, instalada no eixo da máquina de
tração e localizada na casa de máquinas.
O movimento de subida e descida do carro e do
contrapeso é feito pela máquina de tração, que imprime à polia a
rotação necessária para garantir a velocidade especificada para
o elevador. A aceleração e o retardamento ocorrem em função da
variação de corrente elétrica no motor de tração. A parada final
é possibilitada pela ação de um freio instalado na máquina de
tração.
Além desse freio normal, o elevador é dotado
também de um freio de segurança para situações de emergência.
O freio de segurança é um dispositivo fixado na
armação do carro, destinado a pará-lo, de maneira progressiva ou
instantânea, prendendo-os às guias quando acionado pelo
limitador de velocidade. Sua atuação é mecânica.
O limitador de velocidade, por sua vez, é um
dispositivo montado no piso da casa de máquinas, constituído
basicamente de polia, cabo de aço e interruptor. Quando a
velocidade do carro ultrapassa um limite pré-estabelecido, o
limitador aciona mecanicamente o freio de segurança e desliga o
motor da máquina de tração do elevador.
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